Céu sem Véu

Quando uma pessoa começa a despertar para a vida, ela começa a descobrir que não é só uma pessoa, um corpo, seus pensamentos e atitudes. Começam a ocorrer fenômenos interiores e exteriores que indicam que estamos todos conectados por uma malha, uma teia que liga pensamentos e energias do Todo, através de todos os seres.
Começam a surgir questionamentos, o que aconteceu para mim bem antes de escrever meu primeiro livro, como exemplo: Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? Porque sofro, passo por altos e baixos? Existem muitas teorias, filmes, livros, doutrinas, religiões, que dizem que a vida aqui na Terra é uma ilusão. O conceito foi absorvido pelas religiões e filosofias do oriente, com o nome de Maya, que seria um véu que nos impede de enxergar a verdadeira realidade, ou seja, tudo que enxergamos aqui na Terra, não é Real.
Por isso o nome do livro, Céu sem Véu, um retorno a nossas origens, um Céu sem nuvens que se podem ver as estrelas e o infinito, que começa pela Noite Escura da Alma. Alguns assuntos tratados no livro: Ego, sincronicidade, individuação, inconsciente coletivo, livre expressão, profissão, arte, autenticidade, realidades alternativas, natureza, paz, amor, frustração, vazio, solidão, entre tantos outros. As ambivalências, contrastes, são as belezas de sermos humanos, e se aceitarmos nossas mazelas, nossa humanidade, encontraremos cada vez mais frestas, a iluminar nosso caminho, para um Céu sem Véu, onde podemos contemplar o Infinito, do qual somos e fazemos partes. Quando nascemos, esquecemo-nos da nossa Eternidade, e quando despertamos, começamos a lembrar que tudo não passou de um sonho, mesmo em estado de vigília, então começa a nossa Jornada para descobrir quem somos, o puro amor que se origina da Fonte do Tudo que É.
– Rodrigo Giovani Borchardt –
– Do livro Céu sem Véu –

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